Vereador de Salvador · Partido NOVO · Três mandatos consecutivos

Alexandre Aleluia

Bacharel em Direito. Empresário. Conservador.
Baiano de Salvador.

Cargo atual Vereador de Salvador (mandato 2025-2028)
Partido NOVO
Comissão Presidente da CCJ e Redação Final
Mandatos 2016-2020 / 2020-2024 / 2024-2028
Formação Bacharel em Direito
Nascimento 1983, Salvador, Bahia

Trajetória

Alexandre Aleluia nasceu em Salvador em 1983. Filho de José Carlos Aleluia, cresceu em uma família marcada pelo serviço público e pelo comprometimento com a Bahia. Bacharel em Direito e empresário, construiu sua trajetória entre o conhecimento jurídico, a atividade empreendedora e, desde 2016, o mandato parlamentar.

Em 2016, foi eleito vereador de Salvador. Reeleito em 2020 e novamente em 2024, acumula três mandatos consecutivos na Câmara Municipal, onde preside atualmente a Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final. Em 2022, candidatou-se a deputado federal e obteve 50.207 votos, resultado que consolidou sua projeção política para além de Salvador.

FOTO

Três mandatos. Uma posição.

Três mandatos na Câmara Municipal de Salvador. Mais de 200 projetos de lei apresentados. Uma posição que não mudou desde 2016: conservador nos valores, liberal na economia, defensor das liberdades individuais e da família.

O primeiro mandato foi de chegada e posicionamento. Projetos sobre educação, mobilidade urbana e liberdade econômica. O segundo, de consolidação: agenda mais estruturada, projetos mais complexos, maior incidência sobre temas de cidade e família. O terceiro, em curso, é de resultado verificável.

Em 2026, a Lei dos Fios foi sancionada. O PLE-246/2023, que obriga as empresas de telecomunicações a retirar fios irregulares dos postes de Salvador e responsabiliza quem não cumprir com multa de até R$ 30 mil, tornou-se lei. Esse é o padrão: um problema real, um princípio definido, um projeto apresentado, um resultado que qualquer pessoa pode observar nas ruas da cidade.

Alexandre Aleluia preside a Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final da Câmara. É o cargo de maior responsabilidade jurídica dentro da Câmara Municipal de Salvador.

Convicção

O que defende e por que

Alexandre Aleluia parte de uma premissa direta: a liberdade não é uma concessão do Estado. É uma condição que antecede o Estado.

Isso explica por que defende menos regulação para quem trabalha e empreende. Por que acredita que pais têm autoridade sobre a educação dos filhos. Por que considera a vida inviolável desde a concepção. Por que vê a tradição não como nostalgismo, mas como conhecimento acumulado por gerações que é imprudente descartar.

Não é uma visão de rejeição ao poder público. É uma visão sobre o que o poder público deve e não deve fazer. O Estado tem funções: garantir a ordem, proteger a propriedade, cumprir contratos, prover o que o mercado não proverá sozinho. O problema começa quando o Estado decide que também deve educar valores, redistribuir escolhas e regular o que é privado.

Esse pensamento tem raízes. Edmund Burke, que entendia a política como continuidade e prudência. Hayek, que mostrou os limites do planejamento central. Bastiat, que desmontou a lógica do Estado redistributivo com mais clareza do que qualquer manifesto. Tocqueville, que advertiu sobre a tirania suave da democracia mal conduzida. Rui Barbosa, que defendeu as mesmas ideias com a profundidade de um baiano do século XIX.

Não são referências decorativas. São a estrutura da convicção.

Fé como fundamento

A fé de Alexandre Aleluia é católica e praticante. Não é tema de campanha. É fundamento pessoal.

Salvador tem uma relação própria com a fé. O Te Deum que abre o 2 de Julho. As igrejas que estruturam os bairros históricos. A consagração da cidade a Nossa Senhora de Fátima, de que Alexandre participou ativamente na Câmara Municipal. A fé é parte da história de Salvador antes de ser parte de qualquer agenda política.

A fé informa valores: a dignidade da vida, a autoridade da família, a responsabilidade pessoal, o senso de que existe uma ordem moral que o Estado não criou e não pode substituir. Ela não substitui o argumento. Ela orienta a convicção.

Um conservador baiano

Ser conservador em Salvador não é importação. É uma postura que tem raiz na história da própria Bahia.

O 2 de Julho não foi apenas uma data cívica. Foi uma declaração de que a liberdade tem preço e que vale a pena pagá-lo. A Bahia que produziu o Visconde de Cairu, o primeiro economista do Brasil e defensor do livre-comércio, já havia entendido antes de muita gente o que liberdade econômica significa. Rui Barbosa, baiano de Salvador, defendeu as mesmas ideias no plano do direito e da república com a profundidade de quem conhecia a civilização que estava construindo.

Salvador foi a primeira capital do Brasil. O centro histórico, as igrejas, as praças, o Porto da Barra, a Baía de Todos os Santos: tudo isso é patrimônio que exige cuidado ativo, não apenas retórica de preservação.

Alexandre Aleluia é produto dessa Bahia. Não como nostalgia. Como identidade ativa e escolhida.

Conheça o trabalho.

Três mandatos de projetos de lei, posições e atuação concreta em Salvador.
Tudo documentado no mandato e no blog.